Sem cor
Sem raça
Sem religião
Sem identidade
Talvez sem razão
Nos amarraram
As pernas
Os braços
Dando origem à escravidão
Com cor
Sangue do negro
Que não é diferente do meu
Nem do seu
Caro burguês
Que fica ai sentado esperando
O salário gordo no fim do mês
Diante do terror
Em meu corpo colocaram uma cor
Tu és negro
Escravo do horror
Quem és tu?
Sou homem que um dia
Junto ao teu sofrimento
Fez enxergar a face do opressor
Mas com tudo
Tu me perdoaste
E ainda hoje
Me perdoas
Outras vezes
Quem és tu oprimido?
Sou aquele que...
de Genivaldo Pereira dos Santos
Floresta Azul - BA
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